Na crise, Júlio César entrou mudo e saiu calado

julio-cesarPor Sandro Gianelli

O deputado distrital Júlio César (PRB), permaneceu toda a crise referente à operação Drácon em absoluto silêncio. Renunciou a CPI da saúde, foi afastado da mesa diretora da Câmara Legislativa do Distrito Federal e permaneceu recluso. Evitou os holofotes da imprensa e os discursos em Plenário. Outro posto abandonado foi o de líder do governo de Rodrigo Rollemberg (PSB).

Após a Justiça autorizar seu retorno a mesa diretora fica a dúvida se ele retomará seus postos na CPI da saúde e na liderança do governo.

Júlio foi o deputado distrital com o maior número de votos na eleição de 2014. Boa parte da classe política acredita que ele concorreria à uma cadeira na Câmara dos Deputados, em 2018.

Nos bastidores, circula a informação de que a Igreja Universal do Reino de Deus não perdoa seus membros que tem o nome envolvido em escândalo político. A Drácon ainda não foi encerrada. Por enquanto não temos mocinhos e nem bandidos.

Vamos aguardar para saber qual será o veredito dado ao deputado pela Justiça e pela Igreja.

O parlamentar teve ampla votação na Igreja, mas também teve votos vindos do seu trabalho como secretário do governo Agnelo. Trabalho este ampliado, agora, com seu mandato na Câmara Legislativa.

O futuro de Júlio depende da Igreja, que aguarda a definição da Justiça.

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