Eleição da mesa diretora foi teste para cardíaco

Por Sandro Gianelli

Para descrever o resultado da eleição da mesa diretora da Câmara Legislativa do Distrito Federal a melhor comparação que encontrei foi a de uma final de campeonato de futebol.

A partida foi disputada pelo time de Agaciel Maia e Joe Vale. Aos 45 minutos do segundo tempo o placar estava em 13 a 11, a favor do time de Agaciel.

Como em toda final de campeonato o jogo só é encerrado quando o juiz apita, mas antes que isso acontecesse, Delmasso, capitão do time de Agaciel, cometeu falta em Robério, do mesmo time.

A torcida enlouquecida já comemorava a vitória de Agaciel, que representava o time da casa, enquanto isso os jogadores de ambos os times acalmavam os jogadores mais eufóricos.

Robério retrucou e devolveu a falta e antes que a turma do deixa disso separasse, Delmasso repetiu o erro e mais uma falta foi cometida.

Silêncio na torcida…

O juiz nem teve tempo de punir os faltosos, quando Robério mudou de time e virou o placar para 12 a 12.

Em seguida, comentaristas e especialistas recorreram ao regimento.

O juiz não se comprometeu a dar por encerrada a partida. Empurra de um lado, empurra do outro. Regimento daqui e dali, até que o resultado foi proclamado. Mas antes os donos dos times entraram em campo para tentar reverter o placar. Que estrago que uma falta faz! Sem reversão.

Com os votos contados e sem mais trocas de time o juiz não teve escolha e tocou o apito. Empate no jogo.

E agora? Quem ganha com o empate? Seguindo o regulamento, os times se esbarraram em mais dois empates e por fim o time de Joe foi declarado vitorioso.

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