#FicaTemer, #ForaTemer ou #RenunciaTemer?

Por Sandro Gianelli

Vaca magra

O presidente Michel Temer (PMDB) passa pelo pior momento à frente da Presidência da República. Citado por delatores da Operação Lava Jato, seu governo começa a perder força no Congresso.

Até os aliados

O senador Ronaldo Caiado (DEM) insinuou que uma boa saída para a crise institucional do País seria um gesto maior e que não era preciso ter medo de antecipar eleições.

Movimentação

Representantes do Democratas, que é um dos partidos da base aliada de Temer, tiveram que esclarecer que a declaração do senador goiano é um posicionamento pessoal e não do partido.

Difícil

Pensar numa renúncia é algo distante, pois sair da presidência tiraria o foro privilegiado do presidente. Em tempos de Lava Jato, quem tem foro privilegiado é rei.

Apertado

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece limite para as despesas da União por 20 anos foi aprovada com votação apertada. O que demonstra a perca de governabilidade de Temer.

Vitória extraordinária

Temer, que foi delatado pelo ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho classificou o resultado como vitória extraordinária. Também pesa contra ele a desconfiança do mercado financeiro.

Duas vezes

Temer foi citado duas vezes em delações no âmbito da Operação Lava Jato.

Baixa

O governo teve mais uma baixa. O advogado, conselheiro e amigo do presidente Temer, José Yunes apresentou carta de demissão do cargo de assessor especial no Palácio do Planalto.

Delação

Yunes foi citado na delação do ex-diretor da Odebrecht Claudio Melo Filho como receptor de recursos, em dinheiro vivo, para a campanha eleitoral de Temer em 2014.

Lavou as mãos

O TSE deixou o julgamento dos processos em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, eleita em 2014, para 2017.

Sem conclusão

O relator das ações, ministro Herman Benjamin, disse que ainda não foi possível concluir seu voto sobre a questão porque as perícias contábeis não foram concluídas.

Eleição indireta

Se a chapa Dilma-Temer for cassada a partir do dia 1º de janeiro de 2017, caberá à Câmara dos Deputados, por meio de uma eleição indireta, a escolha do próximo Presidente da República.

Renúncia

Se Temer renunciar até o dia 31 de dezembro de 2016 a responsabilidade de escolha do próximo Presidente será dos eleitores, com a realização de uma nova eleição, para um mandato com término em 31 de dezembro de 2018.

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