Três perguntas para o Deputado Distrital Bispo Renato Andrade

Se o senhor pudesse voltar no tempo, o que faria para evitar ser envolvido na Operação Drácon?

De um lado, posso dizer que eu não mudaria nada em minhas atitudes e em meu trabalho na Câmara Legislativa. Tenho plena convicção da minha índole e da minha inocência no caso. Meu mandato foi elogiado pela população desde o início e é isso que importa. De outro lado, talvez eu não aceitasse fazer parte da Mesa Diretora. Qualquer um que estivesse em meu lugar, teria passado pelo que eu passei. A perseguição não foi a mim, especificamente, mas às pessoas que fizeram oposição ao atual governo.

O senhor se sente vítima de uma perseguição política?

Não quero ser irresponsável em minhas respostas, nem acusar a A, B ou C, até porque, esta não é a minha função. Com o processo em andamento, saberemos definitivamente quem é quem nessa história. Mas sim, posso dizer que esta é uma situação totalmente politizada. É uma investigação não-preocupada com a verdade, mas com manipulações.

Seu partido terá candidato a governador em 2018?

O meu partido, o Partido da República (PR), lançou candidato em 2014, que foi o Jofran Frejat. Brasília estaria em excelentes mãos, caso ele tivesse sido eleito. Infelizmente não foi, mas ele continua sendo uma opção para melhorar Brasília, então faço votos para que ele tenha sucesso nessa jornada.

Por Sandro Gianelli
Coluna On´s e Off´s / Jornal Alô Brasília

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Consultor em Marketing Político; especialista em pesquisa de opinião pública; autor do Blog do Sandro Gianelli; escreve a coluna On´s e Off´s, de segunda a sexta, no Jornal Alô Brasília; apresenta o programa Conectado ao Poder, aos sábados, das 12h às 14h, na Rádio OK FM. É presidente da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno.

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