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Empresas que tiveram a quebra dos sigilos fiscais, bancários e telefônicos pela CPI da Saúde da Câmara Legislativa do DF amargaram a rejeição de um mandado de segurança. As empresas também pleiteavam o cancelamento do envio de comunicação formal sobre os dados obtidos à Comissão de Valores Mobiliários – CVM.

Dentro do esperado

O mandado de segurança foi negado por não vislumbrar qualquer irregularidade ou abuso de poder, por parte da CPI, uma vez que a decisão de quebra dos sigilos foi devidamente motivada pela suspeita de envolvimento das empresas em um complexo esquema de desvio de recursos destinados à saúde pública.

Por Sandro Gianelli / Coluna On’s e Off’s / Jornal Alô Brasília