Entrevista | Anjuli Tostes (PSOL)

Por Sandro Gianelli

ON´s e OFF´s entrevistou Anjuli Tostes, pré-candidata ao GDF pelo PSOL. Ela é advogada e auditora da Controladoria-Geral da União (CGU).

Como está o processo interno do PSOL para a escolha do candidato ao governo nas eleições de 2018?

O PSOL realizará um processo de prévias para definir quem será o candidato a governador do partido. O processo ainda está em definição, a ideia é que haja uma consulta é talvez seja aberta até para quem não é filiado ao partido. Dessa forma as pessoas poderão opinar, fazendo com que a decisão não seja apenas da direção partidária. Hoje o partido possui seis filiados pré-candidatos ao governo.

Ser renovação te incomoda?

Não, defendo que haja renovação na política, pois a política precisa dessa oxigenação. Me apresento como candidata não apenas para renovar o nome do partido na disputa ao governo, mas também para renovar como forma, processo e meta. A política precisa ser revista.

Você representa a nova geração. Como você avalia isso na política?

Isso é mais uma barreira. A juventude tem essa dificuldade. Estatisticamente os cargos majoritários são ocupados por pessoas que estão na política a muitos anos.

Como você avalia a crise de representação política que o Brasil vive?

Diferente do que muitos enxergam, estamos num momento de crise, mas toda crise gera oportunidades. Essa forma velada de se fazer política não é o que a população defende. A crise abre uma nova etapa para repensarmos o país e fazermos uma nova forma de política.

* A Coluna é escrita por Sandro Gianelli e publicada de segunda a sexta no Blog do Sandro Gianelli, no Jornal Alô Brasília e no Portal Alô Brasília.

 

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