On´s e Off´s | REDE é o terceiro partido a abandonar o governo do PSB

Por Sandro Gianelli

(Elza Fiuza/Agência Brasil)

Fora da base

Conforme anunciado nesta coluna no dia 9 de novembro, a REDE Sustentabilidade foi o terceiro partido a deixar a base do governo Rollemberg. O primeiro foi o PDT, depois foi a vez do PSD e agora a REDE abandona o governo socialista do PSB.

Aliança

Rollemberg foi eleito numa aliança realizada por quatro partidos: PSB, PSD, PDT e SD, a REDE ainda não havia conseguido seu registro no TSE e durante o governo passou a ser o quinto aliado.

Resta um

Apenas o Solidariedade (SD) permanece na base governista. O partido tem dois deputados, Augusto Carvalho que é federal e Sandra Faraj, distrital. Sandra perdeu praticamente todos os cargos que tinha no governo. Augusto tem a indicação da administradora do Gama, Maria Antônia.

Espaços

Ainda não houve grandes alterações nos espaços deixados pelo PDT e PSD. Com a saída da REDE e a permanência do SD, as articulações por mais espaços no governo devem agitar a agenda do Executivo nos próximos dias. O governo tem se articulado para atrair siglas que componham o projeto de reeleição em 2018. Até o momento apenas o grupo de Maria de Lourdes Abadia embarcou no governo.

Entrega dos cargos

A decisão da REDE em deixar o governo aconteceu durante conferência realizada pelo partido no último final de semana. A sigla deixará o comando da Secretaria do Meio Ambiente, do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) e da Administração Regional do Lago Norte.

Candidatura própria

A Rede decidiu, por maioria, que em 2018 o partido deve lançar uma candidatura própria ao Governo do Distrito Federal. O nome apresentado foi do deputado distrital Chico Leite, que pretende disputar outra vaga majoritária, rumo ao Senado. Chico deve aceitar o desafio, caso o partido consiga construir uma aliança com o PDT e o PV.

Desabafo do leitor

“Sou enfermeiro da Secretária de Estado de Saúde do Distrito Federal (SESDF), estamos passando um sufoco para trabalhar. Sonho apenas que o próximo governador assuma de fato a pasta, para ao menos manter funcionando com qualidade o que já existe. Organizar a saúde não é tão fácil. Precisamos de pessoas mais técnicas e menos políticas.”

Vigilantes armados

O deputado federal Laerte Bessa (PR) apresentou um parecer ao Projeto de Lei 6635/16, que altera as normas sobre segurança privada no Brasil. Entre as principais alterações estão o armamento dos vigilantes, que sofrem com a falta de segurança e enfrentam roubo à empresas e carros fortes por marginais portando armamento pesado.

Segurança pessoal

Outra alteração apresentada pelo parlamentar e aprovada pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados é a permissão para que os vigilantes possam atuar na área de segurança pessoal de pessoas físicas.

Dinheiro e armas

Bessa defende que é necessário aperfeiçoar a legislação que trata da segurança privada e da segurança das instituições financeiras. “Essas atividades envolvem dois dos objetos mais cobiçados por criminosos atualmente: dinheiro e armas”, disse o deputado.

Ensino médio

O Projeto de Lei 6635/16 é de autoria do deputado federal Alberto Fraga (DEM) e prevê a abertura do mercado de segurança privado brasileiro para empresas de propriedade e administração estrangeira, e eleva a exigência de escolaridade dos vigilantes para o ensino médio.

* A Coluna é escrita por Sandro Gianelli e publicada de segunda a sexta no Blog do Sandro Gianelli, no Jornal Alô Brasília e no Portal Alô Brasília.

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