Sandro Gianelli http://sandrogianelli.com.br Consultor em Marketing Político Tue, 22 May 2018 11:52:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.6 44557791 Por onde se deve iniciar o planejamento de uma Campanha Eleitoral? (Parte 4) http://sandrogianelli.com.br/2018/05/22/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral-parte-4/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/22/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral-parte-4/#respond Tue, 22 May 2018 11:52:30 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9144

Por Sandro Gianelli

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Nos artigos anteriores falamos sobre a montagem de um planejamento de campanha eleitoral. Entre as etapas básicas que toda campanha deve seguir, falamos sobre investigação, estratégia e comunicação.

Desta vez falaremos sobre a quarta etapa de um Planejamento Estratégico de Campanha e aqui entra dois fatores: emoção e criatividade.

O momento político identificado nas pesquisas e detalhado no planejamento estratégico deverá nortear que tipo de emoção a campanha deverá focar. A emoção é o ponto de ligação entre o candidato e o eleitor. É por ela que os eleitores acreditam ou não em um determinado candidato.

Temos campanhas que a tendência percebida nas pesquisas era de renovação, porém, a emoção explorada, estrategicamente, conseguiu ter êxito, mesmo o candidato não representando a renovação. O caso de Dilma em 2014.

É a emoção que faz com que os eleitores acreditem em um candidato ou prefiram uma mudança. Numa eleição somos influenciados por três tipos de emoções: esperança, medo e vingança.

Por isso é importante definir que emoção trabalhar em cada fase da campanha e para cada segmento do eleitorado. A fase seguinte é dar argumentos para as propostas.

É aqui que entra a criatividade. Um exemplo clássico é dar argumentos por meio de conteúdos racionais para que o eleitor tenha motivos de justificar sua decisão. Conteúdo racional para a escolha emocional.

Os consultores políticos precisam de uma grande dose de criatividade para influenciar de forma emocional o eleitor descrente com a política e que será bombardeado por santinhos e dezenas de mensagens nas redes sociais.

A criatividade é o meio para que as pessoas sejam tocadas pelas mensagens dos candidatos de forma a fazerem diferença na decisão do voto.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Por onde se deve iniciar o planejamento de uma Campanha Eleitoral? (Parte 3) http://sandrogianelli.com.br/2018/05/21/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral-parte-3/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/21/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral-parte-3/#respond Mon, 21 May 2018 12:25:51 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9141

Por Sandro Gianelli

Reprodução de um modelo de comunicação fadada ao fracasso / Reprodução da internet

Nos artigos anteriores falamos sobre a montagem de um planejamento de campanha eleitoral. Entre as etapas básicas que toda campanha deve seguir, falamos sobre a investigação e a estratégia.

Desta vez falaremos sobre a comunicação. Na investigação tivemos a oportunidade de ouvir as pessoas e entender suas necessidades. E agora vamos para a terceira fase de um bom planejamento. Aqui a comunicação deixa de ser unilateral e passa a ser de mão dupla.

Uma boa comunicação deve dialogar e além de ser algo básico a toda campanha, a comunicação deve ser entendida como essencial. Principalmente em tempos de descrédito com partidos e políticos. É fundamental transmitir emoções e mais do que isso, conversar com o eleitor, só assim será possível se conectar com ele.

Mas quero tocar num ponto importante para uma boa comunicação. É necessário deixar claro o que se pretende fazer, como será feito e porque será feito. Propostas sem pé nem cabeça e que não passam credibilidade não ajudam em nada uma candidatura.

Outro ponto importante é a narrativa que será feita para contar essa história. Sua compreensão deve ser feita de maneira clara e simples para o eleitorado.

Segue uma dica para a criação de uma narrativa em torno da história de um candidato. Comece dizendo: Quem ele é e por que ele quer ocupar o cargo? Por que votar nele e não nos outros? O que ele pretende fazer e como fará? Qual é o benefício que o eleitor terá em escolhe-lo?

Uma boa comunicação deve ter uma mensagem compreensível de forma clara e fácil. Para isso você deve saber com quem está falando e entender que sua mensagem deve ser tanto racional, quanto emocional.

Algumas perguntas que devem ser respondidas para se formular essa mensagem são: Qual é a história do político? Qual é o enredo da eleição? O que será feito? Como faremos? Quando vamos fazer? Quem vai se beneficiar? Onde iremos nos comunicar? Como essa comunicação será feita? E qual o conteúdo, tema e programa será apresentado?

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Por onde se deve iniciar o planejamento de uma Campanha Eleitoral? (Parte 2) http://sandrogianelli.com.br/2018/05/16/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral-parte-dois/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/16/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral-parte-dois/#respond Wed, 16 May 2018 11:00:38 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9132

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No artigo anterior falamos sobre a montagem de um bom planejamento de campanha eleitoral. Entre as etapas básicas que toda campanha deve seguir, iniciamos falando sobre a investigação, que na verdade são diversos tipos de pesquisas que servem para auxiliar a estratégia da campanha.

Com a primeira parte executada, dá se início ao planejamento estratégico da campanha eleitoral. A estratégia norteia toda a campanha, definindo e identificando objetivos e metas, além de organizar e direcionar as ações que farão parte do desenvolvimento da campanha.

O planejamento estratégico será o responsável pela definição do posicionamento da campanha, além de prever situações de possíveis crises.

Metas, desafios e necessidades são definidas nessa etapa. Bem como o desenvolvimento de toda a campanha, fase a fase, com uma clara definição do que será feito e o que será dito.

A estratégia define o que será feito, já o plano de ação define como será feito. Um bom planejamento estratégico deve conter os objetivos do projeto e os cenários. Para isso, algumas perguntas essenciais devem ser respondidas nessa fase: Por que eu quero

ocupar esse cargo? O que eu pretendo fazer? Como vou fazer? Como eu quero ser lembrado?

Já o Plano de Ação tem a função de colocar a estratégia em prática. Aqui entra a ação propriamente dita e a execução da campanha. No próximo artigo falaremos sobre a comunicação, criatividade, emoção e mobilização do voto.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Por onde se deve iniciar o planejamento de uma Campanha Eleitoral? http://sandrogianelli.com.br/2018/05/15/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/15/por-onde-se-deve-iniciar-o-planejamento-de-uma-campanha-eleitoral/#respond Tue, 15 May 2018 09:44:38 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9127

Por Sandro Gianelli

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Uma campanha ruim pode até dar certo se tiver uma estratégia boa, agora, uma campanha boa, com uma estratégia ruim, pode por tudo a perder.

Para a montagem de um bom planejamento de campanha eleitoral deve se seguir algumas etapas básicas que toda campanha deve ter. O primeiro passo é a investigação, que deve ser realizado por meio de pesquisas.

Com as informações das pesquisas em mãos começa a definição das estratégias e de um plano de ação. Na sequência vem um plano de comunicação. Lembrando que uma boa campanha teve ter uma boa dose de criatividade. O próximo passo é a organização e o treinamento da equipe de campanha e por fim a mobilização do voto.

Vamos nos ater à primeira etapa que é a investigação e deixamos os outros temas para outros artigos.

Em toda campanha, o ponto de partida são as pesquisas. As pesquisas são o guia para definir a estratégia da campanha. A primeira investigação que deve ser realizada é a análise, tanto do candidato, quanto de seus adversários. É aqui que entra a análise SWOT, mas esse assunto será tema de outro artigo.

Após uma boa investigação e com a análise SWOT em mãos é necessário uma boa pesquisa quantitativa que possa avaliar as tendências dos cidadãos, principais problemas, avaliação dos políticos (presidente, governador, etc.), lembrança do voto, intenção de votar, percepção da vitória e os dados socioeconômicos dos entrevistados.

A investigação por meio de grupos focais, que são as famosas e caras pesquisas qualitativas são essenciais para identificar tendências e compreender reações emocionais, percepções e valores da população. Uma boa análise de Big Data também consegue extrair essas tendências.

Um bom levantamento de dados históricos das eleições anteriores auxiliam no entendimento de como o eleitor de determinadas regiões votam, se o voto é fiel ou flexível de acordo com os candidatos, partidos, ideias, propostas ou ideologias.

Por fim, se o candidato não for estreante é importante levantar onde ele tem sido votado, em todas as eleições que ele participou e entender os motivos, tanto do aumento,quanto de quedas em sua votação, para tentar resgatar esse eleitor.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Como fazer uma campanha política bem sucedidas nas redes sociais? http://sandrogianelli.com.br/2018/05/14/como-fazer-uma-campanha-politica-bem-sucedidas-nas-redes-sociais/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/14/como-fazer-uma-campanha-politica-bem-sucedidas-nas-redes-sociais/#respond Mon, 14 May 2018 14:01:09 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9123

Por Sandro Gianelli

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Vamos pegar como exemplo três das principais redes sociais usadas pelos políticos. A primeira delas é o Facebook, a segunda que vem crescendo bastante é o Instagram, e a terceira o Twitter, que tem um público bem diversificado.

A principal estrategia para os políticos ganharem presença nessas redes sociais começa mudando a forma de se comunicar. Nas redes sociais deve ser substituída a linguagem formal que é utilizada no parlamento, em documentos e na mídia oficial, pela linguagem informal, buscando mais proximidade e empatia com as pessoas.

A melhor forma de alcançar esse objetivo é criando conteúdos interativos. As redes sociais criaram o que antes era inimaginavel. Elas conectam pessoas comuns com os políticos e a linguagem informal é ação impresindivel para isso.

Respondendo a pergunta: Como fazer uma campanha política bem sucedidas nas redes sociais? O candidato e sua equipe devem avaliar como o trabalho tem sido feito e dar inicio a um novo planejamento para aumentar a empatia com as pessoas.

Sabe aqueles programas de TV, revistas, sites e até redes sociais especializados em cobrir a vida de artistas? Em sua maioria absoluta, todos possuem grande audiência. Porque? A resposta é simples, as pessoas querem conhecer a intimidade, querem saber da vida pessoal das pessoas famosas. E é possível fazer o mesmo com os políticos.

Chegou a hora da formula mágica para o engajamento nas redes sociais. Mas infelizmente essa formula ainda não foi criada. Cada perfil de político deve ser analisado, bem como o perfil de seus seguidores. Mas algumas dicas são fundamentais:

– Paciência, planejamento, organização e direção;

– Linguagem informal: texto, fotos e vídeos;

– Quanto mais institucional for uma rede social, menos impacto ela terá;

– Conteúdos como discurso, fotos com apoiadores e atividades oficiais não engajam;

– Capture imagens nos bastidores;

– Seja inovador para se diferenciar dos demais;

– Não se adapte a mudança, seja a mudança;

– Se você fingir uma situação o usuário digital irá perceber;

– Se mostre em situações inusitadas, jamais divulgadas por políticos, seja transparente;

– Não transforme sua redes social num diário oficial

– Frases curtas, palavras simples e familiares são ótimos conteúdos;

– Conta boa não é a que tem mais seguidores, mas a que tem mais interação, mas observe que publico te segue, nem sempre seu seguidor e o seu público alvo.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Como a adequação do discurso pode influenciar o resultado de uma eleição http://sandrogianelli.com.br/2018/05/08/como-a-adequacao-do-discurso-pode-influenciar-o-resultado-de-uma-eleicao/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/08/como-a-adequacao-do-discurso-pode-influenciar-o-resultado-de-uma-eleicao/#respond Tue, 08 May 2018 09:22:57 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9115

Por Sandro Gianelli

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O planejamento de marketing eleitoral analisa todos os cenários para a criação do discurso. Nas campanhas eleitorais e comum encontrar três tipos de discursos: continuidade, mudança e novo.

Quem busca a reeleição ou representa o grupo que está no poder representará o discurso da continuidade. Já o discurso de mudança e de reconstrução é geralmente o foco de grupos que já ocuparam o cargo em disputa. O discurso de renovação (novo) é comum aos candidatos que nunca exerceram o cargo almejado.

Todos os discursos podem sair vitoriosos de uma eleição, vai depender de quem conseguir analisar melhor e identificar oportunidades e erros para adequar a estratégia da campanha. Lembre-se da reeleição de Dilma. As pesquisas diziam que o eleitor desejava mudança e no final deu a continuidade.

Nas eleições presidenciais de 2014 venceu a campanha que errou menos e não a que era tendência nas pesquisas. As pesquisas estavam erradas? Não. Êxito para a campanha que melhor conseguiu entender o cenário e adequou o discurso fazendo as correções necessárias em sua estratégia.

As pesquisas não representam o resultado da eleição. Os institutos podem acertar o resultado, mas não interferem no resultado final. O que interfere são as estratégias montadas baseadas nas pesquisas. Todo discurso possui pontos fortes e fracos. Com o auxílio de pesquisas deve-se identificar as forças e as fraquezas dos discursos, tanto do seu candidato, quanto dos adversários.

Com o mapeamento em mãos deve-se expor as fraquezas dos adversários e atacar suas forças. Em relação ao candidato, deve-se esconder suas fraquezas e explorar suas forças. Em ambos os casos deve-se mapear quais estratégias trarão mais resultados.

Candidato a reeleição deve explorar suas realizações, já a oposição deve explorar o que não foi feito e o que foi prometido e não cumprido. Candidato que pretende voltar ao cargo passa pela mesma avaliação. Deve explorar o que fez de bom e será cobrado pelo que deixou de fazer.

Em tempos de escândalos envolvendo os políticos, os candidatos que nunca ocuparam cargos públicos, tanto podem usar a falta de experiência a seu favor, mostrando não fazer parte do jogo sujo, quanto poderão ser cobrados pela falta de experiência.

Quem souber melhor explorar o discurso poderá sair vitorioso das urnas.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Eleições 2018: Menos propostas e mais ataques http://sandrogianelli.com.br/2018/05/07/eleicoes-2018-menos-propostas-e-mais-ataques/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/07/eleicoes-2018-menos-propostas-e-mais-ataques/#respond Mon, 07 May 2018 09:58:26 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9112

Por Sandro Gianelli

Senador Aécio Neves / Reprodução da internet

As eleições de 2018, em sua maioria, terão como foco principal a desconstrução dos candidatos. Propostas para melhorias do país e dos estados perderam espaço para o ataque direto aos candidatos e a seus aliados.

Nas eleições de 2014, tivemos um segundo turno com baixo nível de propostas, que deveriam ser o foco de qualquer eleição: conquistar o eleitor pelo que se pretende fazer. Quem não se lembra da campanha de desconstrução de Aécio Neves no segundo turno: “Aécio, quem conhece não vota”. Em seguida o vídeo mostrava que Dilma venceu Aécio no primeiro turno em seu Estado: Minas Gerais.

Para 2018, os eleitores podem aguardar cenas de capítulos parecidos com investigações minuciosas dos candidatos e de seus aliados. Sabe aquele ditado: diga com quem tu andas que direi quem tu és?

A tendência para estas eleições é de fortalecimento da divulgação de notícias falsas – Fake News – trabalhando com foco na anticampanha dos adversários. A desconstrução do adversário será determinante para a vitória daqueles que possuam passado limpo.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Eleições 2018: Conheça as principais mudanças na legislação eleitoral referentes a internet http://sandrogianelli.com.br/2018/05/02/eleicoes-2018-conheca-as-principais-mudancas-na-legislacao-eleitoral-referentes-a-internet/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/02/eleicoes-2018-conheca-as-principais-mudancas-na-legislacao-eleitoral-referentes-a-internet/#respond Wed, 02 May 2018 09:09:53 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9100

Por Sandro Gianelli

Com o aumento de pessoas com acesso a internet e a popularização das mídias sociais, a tendência é que a web influencie cada vez mais as eleições. A relevância da internet nas eleições de 2018 é tamanha, que até a legislação foi alterada para seu uso no processo eleitoral.

A partir desta eleição será permitido o impulsionamento de conteúdo nas mídias sociais. Os candidatos poderão pagar para que Facebook e Instagram aumentem a visibilidade e o alcance de suas publicações.

Os candidatos também poderão pagar para buscadores, como o Google, para terem seu nome aparecendo entre os primeiros resultados nas pesquisas orgânicas.

Não será permitida a publicidade online no dia da eleição, tanto nas mídias sociais, quanto nos buscadores. Os gastos na internet devem ser declarados na Justiça Eleitoral, os limites variam dependendo do cargo disputado.

A utilização de perfis e páginas falsas (Fake News), assim como o uso de robôs estão proibidos. Não é permitido impulsionar propaganda ou anúncio visando denegrir a imagem dos candidatos.

Na TV e no rádio é comum que os candidatos tenham direito de resposta. A regra passa a valer também para a internet. Cuidado ao citar um adversário, se ele ganhar o direito de resposta, você terá que dar o mesmo impulsionamento utilizado contra ele.

Outra alteração é que, a partir do dia 15 de maio, estará permitido a arrecadação de dinheiro para as campanhas pelos pré-candidatos. É o crowdfunding ou vaquinha virtual. A nova pratica tende a beneficiar partidos e candidatos que possuam militância ou a defesa de uma causa que engaje as doações.

O crowdfunding é financiado por meio de doações de pessoas físicas. Existem várias opções de doação como cartão de crédito, cheque, boleto ou transferência bancária. E caso o pré-candidato desista da disputa, os recursos arrecadados serão devolvidos. Em resumo, os recursos só poderão ser utilizados após o registro da candidatura.

A ideia da nova regulamentação é transformar a disputa eleitoral em algo mais transparente, correto e acessível a todos os candidatos.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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O eleitor procura por um candidato que reascenda sua esperança http://sandrogianelli.com.br/2018/05/01/o-eleitor-procura-por-um-candidato-que-reascenda-sua-esperanca/ http://sandrogianelli.com.br/2018/05/01/o-eleitor-procura-por-um-candidato-que-reascenda-sua-esperanca/#respond Tue, 01 May 2018 12:29:23 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9096

Por Sandro Gianelli

Martin Luther King / Reprodução da internet

A mensagem precisa atender essas quatro regras, mas também precisa ser comunicada de forma eficaz e original e em todos os meios de comunicação, que vai do discurso do candidato até as publicações em mídias sociais, vídeos, materiais impresso, etc.

Falta autenticidade para a maioria dos candidatos. Eles precisam ser interessantes e para isso a mensagem precisa ser original e recente. As mensagens precisam ser curtas, fortes, diretas, quanto mais simples uma ideia é apresentada, mais credibilidade ela passará.

O desafio para os candidatos nas Eleições de 2018 é vender esperança, sem perder a integridade, mas de forma direta e simples, demonstrando conhecimento com visão de futuro e a possibilidade de acessibilidade. A sociedade não aceita mais candidatos distantes.

O eleitor, este sim, está distante, mas ele quer ter esperança e não quer apostar em candidato que não seja integro. Tenha posição e informe com clareza. O resto é consequência.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Divulgar pesquisa sem registro pode gerar multa de até R$ 106 mil http://sandrogianelli.com.br/2018/04/30/divulgar-pesquisa-sem-registro-pode-gerar-multa-de-ate-r-106-mil/ http://sandrogianelli.com.br/2018/04/30/divulgar-pesquisa-sem-registro-pode-gerar-multa-de-ate-r-106-mil/#respond Mon, 30 Apr 2018 12:58:59 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9092

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet

Desde o dia 1º de janeiro de 2018, todas as entidades e empresas que trabalham com pesquisas de opinião pública relativas às Eleições de 2018 ou aos candidatos são obrigadas a registrar junto à Justiça Eleitoral os resultados de seus levantamentos que são para conhecimento público.

As pesquisas registradas são aquelas que serão divulgadas. Pesquisas de consumo interno, das equipes de trabalho dos candidatos ou partidos, não precisam de registro.

A multa para quem divulgar pesquisa eleitoral sem registro no TRE varia de R$ 53 mil a R$ 106 mil. As pesquisas devem ser registradas até cinco dias antes da divulgação de cada resultado.

Além disso, durante a campanha eleitoral, é proibido realizar enquetes relativas ao processo eleitoral. Considera-se enquete ou sondagem a pesquisa de opinião pública que não obedece às disposições legais e cientificas e às determinações previstas na resolução do TSE.

O veículo de comunicação arcará com as consequências da publicação de pesquisa não registrada, mesmo que esteja reproduzindo matéria divulgada em outro órgão de imprensa.

O TSE alerta que a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com seis meses a um ano de detenção e multa no mesmo valor de quem não registrá-la.

Fique atento, tanto você cidadão comum, quanto os veículos de comunicação, pois temos casos, em 2018, com a aplicação desta legislação.

A Polícia Federal do Espírito Santo realizou em março uma operação visando o combate às Fake News relacionadas às eleições de 2018.

As investigações iniciaram por conta de uma suposta falsa pesquisa eleitoral de intenção de votos que estaria circulando pelo aplicativo WhatsApp e por um veículo de comunicação. Neste caso entra a pratica de Fake News e de divulgação de pesquisa sem registro.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Como nasce, aparece e cresce uma liderança política? http://sandrogianelli.com.br/2018/04/27/como-nasce-aparece-e-cresce-uma-lideranca-politica/ http://sandrogianelli.com.br/2018/04/27/como-nasce-aparece-e-cresce-uma-lideranca-politica/#respond Fri, 27 Apr 2018 12:52:03 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9087

Por Sandro Gianelli

Barack Obama, ex-presidente dos EUA / Reprodução da internet

Geralmente uma grande liderança nasce por defender uma causa ou uma comunidade. Seu envolvimento começa a encantar os que o cercam. Carisma, convicção e sinceridade ajudam a conquistar ainda mais admiradores.

O líder passa a entender seu papel perante a sociedade que representa e ajusta o tom do discurso para convencer e encantar cada vez mais. Uma vez encantando e se retroalimentando, ele passa a ajustar o discurso à plateia. Deste ponto em diante entra em cena a busca de soluções para os problemas dos representados.

O grande desafio é não errar no tom, pois, ao ajustar o discurso para ampliar a plateia, é preciso ser simples e compreensível. É necessário deixar muito claro de que lado que se está. Para crescer e ser respeitado, o político tem que se posicionar, não vale ficar em cima do muro.

Seus liderados devem ter certeza de que são defendidos pelo político e que ambos possuem um inimigo em comum. Para isso é preciso eleger este inimigo, que pode ser a falta de solução para um problema ou causa, uma ideologia ou partido. E sempre que possível deve se negar ao inimigo qualquer possibilidade de estar certo.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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Qual é a relação entre a imagem do candidato e a vitória nas urnas? http://sandrogianelli.com.br/2018/04/26/qual-e-a-relacao-da-imagem-do-candidato-com-a-vitoria-nas-urnas/ http://sandrogianelli.com.br/2018/04/26/qual-e-a-relacao-da-imagem-do-candidato-com-a-vitoria-nas-urnas/#respond Thu, 26 Apr 2018 10:05:35 +0000 http://sandrogianelli.com.br/?p=9080

Por Sandro Gianelli

A imagem do candidato deve ser coerente com o foco da campanha e com as suas propostas. A junção destes três fatores define o posicionamento de uma candidatura e dão a ela uma identidade própria que a singulariza diante de todas as outras.

Candidaturas não posicionadas, mal posicionadas ou com um posicionamento errado não têm chances de vitória. A imagem do candidato é um dos elementos chave no posicionamento da sua candidatura.

Vou exemplificar. Imagine um candidato que tenha como foco de sua campanha o combate à criminalidade, porém, a habilidade política deste candidato é a negociação. Deu para entender? Neste caso a imagem não bate com o posicionamento da candidatura. Resultado: não passará credibilidade e tende a fracassar nas urnas.

Quer outro exemplo? O foco da campanha é a austeridade econômica e o candidato tem a reputação de gastador, esbanjador. Não dá, né?

Tendo uma imagem compatível e coerente com o foco e as propostas, o candidato terá maiores chances de ter êxito nas urnas.

Uma dica importante: o que o eleitor conhece do candidato é a sua imagem, e não a sua personalidade. Não é quem você é, e sim, quem você parece ser. Por isso a importância de unir imagem, foco e propostas.

Temos ouvido muito que o eleitor não vota em partido, ele vota em pessoas, então, com esta análise da imagem podemos afirmar que o eleitor não vota em pessoas, ele vota em imagens. Aqui está o motivo para o fracasso, caso a imagem não tenha coerência.

O candidato deverá avaliar, com muito realismo e objetividade, a proposta de imagem para a sua candidatura, que será estudada pelo Consultor em Marketing Político.

O grande desafio é que a capacidade de convencimento do candidato deverá ser proporcional ao grau de descolamento da imagem em relação à sua personalidade. E aqui que entra a máxima do Marketing que é valorizar o que o candidato tem de melhor e amenizar o que não contribuirá para a campanha.

Na política, o eleitor premia a autenticidade e a confiabilidade. Se a imagem está próxima da personalidade será mais fácil convencer o eleitor.

O candidato deve se adaptar ao cargo almejado. Não é o cargo que se adapta ao candidato. Em cada eleição a imagem ideal para um cargo sofre alterações dependendo do momento político e econômico vivido.

Nas eleições ganha quem erra menos, por isso é importante que a imagem do candidato seja a mais favorável para garantir sua vitória.

 

Sandro Gianelli – Jornalista, radialista e consultor político com experiência em marketing político, eleitoral, digital e pesquisa de opinião pública.

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